“Analisámos ERPs, ferramentas de controlo de custos de construção e ferramentas de contabilidade como Xero ou QuickBooks, e vimos um padrão. Todos lhe diziam o que aconteceu depois de as faturas chegarem, não o que estava a acontecer no local naquele momento. Esse atraso era a lacuna que decidimos fechar.”
– Andres Kuuse, CEO do Planyard